Microsoft Lync

lyncConhecem o Microsoft Lync? É o “Skype” empresarial da Microsoft. Destaca-se pela integração com a AD de um domínio Microsoft e com a agenda do Outlook, entre outras vantagens. Mas tem um grande defeito ao não ter uma alternativa cliente em Linux…

Como a “malta” de Linux também é persistente é possível usar o Lync via… Pidgin! Vamos instalar? Bora pra consola 🙂

1 – Inserimos uma variável que tem a ver com SSL e o Lync 2013, num ficheiro do nosso perfil:

echo ‘NSS_SSL_CBC_RANDOM_IV=0’ >> ~/.pam_environment

Esta situação está documentada aqui e resolve um erro ao fazer login.

2 – Em seguida terminar sessão e voltar a entrar.

3 – Por fim, basta instalar o Pidgin e o plugin do Lync:

sudo apt-get install pidgin pidgin-sipe

Ao entrar no Pidgin vai aparecer um tipo de conta com o nome “Office Communicator”

Pidgin_Lync

Inserimos a informação de login e se tudo correr bem ficamos ligados ao Microsoft Lync Server da nossa empresa 🙂

 

Boa sorte!

Raspberry SpeedTest Server

Speeeed

Quem quer um acesso à Internet com esta velocidade??? 😀

Bom, voltando ao país real… um destes dias precisei de saber qual a velocidade de um ponto A para um ponto B, via Internet. Tinha várias opções mas tratei logo de dar uso ao meu RaspberryPi e um serviço conhecido por muitos de seu nome SpeedTest. Eles tem uma aplicação “mini” para usarmos o seu serviço directamente no nosso servidor pessoal.

Com uma instalação fresca do Raspbian, adiciona-se o Apache e o PHP:
sudo apt-get install apache2 php
E seguida testa-se a ligação:
http://ip_do_raspberry
Apareceu uma página de teste? Ok, até aqui tudo bem.

Em seguida fazemos download do speedtest mini:
wget http://c.speedtest.net/mini/mini.zip

…e extraímos para a pasta pretendida:
sudo unzip -d /var/www/ mini.zip

…por fim, alteramos o index-php.html para index.html:
sudo mv /var/www/mini/index-php.html /var/www/mini/index.html

…e já está! Podemos testar assim:
http://ip_do_raspberry/mini

Se quiserem testar a partir do exterior, é só reencaminhar a porta 80 do Router para o RaspberryPi 🙂

Tudo nas nuvens

Podem-se rir à vontade com o título que eu também ri 😀

Ao longo dos anos todos vamos acumulando no computador (uns mais que os outros) as nossas fotos, vídeos e musicas. Eu falo por mim. A minha livraria pessoal de música, fotos e vídeos é imensa. E tudo começou por um computador fixo, assim como muitos de vocês. Mas depois veio o portátil e a coisa ficou mais difícil. Ou se copiava tudo e ficava a informação duplicada ou então fazia-se uma partilha local. Por fim vieram os tablets e smartphones, a Internet barata e a coisa complicou-se…uma partilha local já não chega. Nos tempos que correm, a mobilidade e acesso imediato á nossa informação estão na ordem do dia. E todos queremos chegar a ela com segurança e facilidade. Há várias soluções mas vou falar de uma que é simples de instalar e configurar e partilha a nossa musica, vídeos e fotos.

plex-logo-dark

Requisitos mínimos? Ao nível de hardware, um Raspberry 🙂 Mas não esperem grande performance. Um dual-core com 2GB de RAM é suficiente para um máximo de 3~5 utilizadores simultâneos. Quanto ao software, o Plex corre em Windows, OSX e muitas distribuições Linux. E não precisa ser Server! Um Windows 7 ou um Ubuntu Desktop servem. Também é possível usar um NAS diretamente. Podem ver as especificações mais ao pormenor aqui.

Para instalar, acedemos ao site e escolhemos o download de acordo com a nossa plataforma. O método de instalação é igual para todas. Vou exemplificar com um Windows 8. plex1Descarregamos o ficheiro e executamos:plex2No fim clicamos em Fechar:plex3Na versão gratuita deste programa só podemos ter uma conta associada ao nosso servidor mas chega para o que pretendemos. Acedemos ao nosso servidor pelo seguinte endereço:

https://127.0.0.1:32443/web

Esta ligação é encriptada mas vai aparecer um erro de certificado. Podem aceitar e continuar. Começamos então a configuração do servidor. Criamos uma conta (ou a opção de entrar com uma existente):plex6Podem escolher um nome para o vosso servidor e clicar em seguinte:

plex7Agora vamos escolher uma categoria e adicionar as pastas que essa categoria vai conter:plex8plex9Podem adicionar mais pastas, com vídeos, fotos e músicas. No fim também vai aparecer a possibilidade de adicionar canais de TV. Não é obrigatório. E assim vai ficar a página principal do PlexServer:plex11Tem bom aspeto, não tem? 😀

Vamos fazer uns pequenos ajustes. No canto superior direito clicamos nas definições:plex12

Vocês podem ajustar de acordo com as vossas preferências mas há aqui 3 ajustes que na minha opinião são fundamentais:plex13 plex14 plex15No fim, clicar em guardar e… já está!

Mas como aceder remotamente?

Bom, temos que ter o nosso servidor pronto para ser visto pelo exterior. A porta usada é a 32443 para HTTPS e 32400 para HTTP. Eu aconselho sempre o uso de HTTPS. Sendo assim temos que:

1 – Abrir a porta 32443 na firewall(caso haja) do nosso servidor. Assim, será possível aceder ao mesmo pelo endereço https://ip_do_servidor:32443/web mas só na rede interna.

2 – Activar o reencaminhamento da porta TCP 32443 no Router. Para fazer isto, cada caso é um caso e vai depender do modelo que vocês tiverem. Este site pode ajudar. Assim, o vosso servidor pode ser acedido a partir de qualquer lugar, onde quer que estejam e desde que tenham Internet.

3 – Usar um serviço de DNS dinâmico. Assim será mais fácil aceder ao servidor, mesmo que o vosso Router reinicie e obtenha um IP externo diferente.

Assim, temos o nosso servidor pronto! Fácil, não é? 🙂

E para aceder a partir de fora como cliente? Podemos aceder gratuitamente e de forma ilimitada à página WEB. Podemos ouvir música, ver fotos e ver uns bons vídeos. Obriga a ter Flash player. A Plex suporta as mais populares plataformas (Android, iOS, Windows Mobile) e tem à venda um aplicativo próprio para acedermos à nossa informação. Procurem no Market da vossa plataforma. É barato mas podemos sempre usar a plataforma WEB.

Pontos a considerar:

– Backups, backups e mais backups…

– Uma boa password para a nossa conta, no mínimo com 10 caracteres, com letras, números e caracteres especiais. Não sejam preguiçosos pois em caso de intrusão costuma pagar-se caro.

– O Plex por defeito só pede password de acesso quando estamos fora da rede local. Se não desejarem isto podem sempre alterar nas definições.

E pronto! Ficam aqui uns exemplos:plex16plex17

Raspberry pendrive Server

Já ninguém duvida das fantásticas possibilidades e vantagens que os Raspberry Pi trouxeram ao mundo informático. Com um baixo consumo, tamanho pequeno e uma tremenda simplicidade temos na nossa mão um poderoso “brinquedo” que tem como limite a nossa imaginação.

No entanto, sempre achei que o ponto fraco deste equipamento se encontra no armazenamento por ser um cartão SD. A probabilidade de o cartão se danificar ou ficar com dados corrompidos é elevada se abusar do overclock ou de programas com escrita em disco intensiva (como por exemplo uma base de dados). Como ultrapassar este problema? Simples, usamos um disco externo ou uma pendrive e apontamos para lá o directório que queremos.

pendriveVamos imaginar que queremos um servidor Minecraft a correr no nosso Raspi mas queremos que todo o programa corra dentro de uma Pendrive. O Minecraft vai ser instalado no directório /minecraft. A pendrive usada deverá ser formatada com o sistema EXT3. Porquê? Porque este formato é rápido, nativo de Linux e não tem o journaling do EXT4 (que tornaria o sistema mais lento).

1- Na consola, passamos para su:

sudo su

2- Criamos o directório de instalação do Minecraft:

mkdir /minecraft

3- Já com a pen inserida no Raspi, detectamos qual o caminho para a pen:

fdisk -l

raspiPen1

Como podem ver, o caminho neste caso é /dev/sda1

4- Vamos inseri-lo no ficheiro /etc/fstab:

nano /etc/fstab

RaspiPen2

É só acrescentar a ultima linha

/dev/sda1     /minecraft     /ext3     defaults,noatime,nodiratime     0     0

salvar e sair

5- Reiniciamos a máquina

reboot

6- Se tudo correu bem temos a pen montada no directório pretendido. Entramos na pasta

cd /minecraft

Em seguida basta instalar o Minecraft no directório em questão e já está! Temos a nossa aplicação a correr na pendrive!

Minecraft Server

Minecraft é sem dúvida um jogo com um sucesso incontestável e que dispensa apresentações. É um jogo de “legos” virtuais onde o limite está na imaginação. Com gráficos que lembram os jogos de computador de há 20 anos, ganha a preferência a muitos jogos atuais. Com um preço baixo e uma comunidade imensa que o suporta e alimenta com extras, torna-se uma boa distração durante horas… Chego mesmo a considerar este jogo bastante educativo e um ótimo exercício mental para desenvolver a criatividade.

Jogar localmente não exige muitos conhecimentos, basta aceder à página do jogo, fazer o download, executar e… jogar! É suportado pelas plataformas Linux, Mac e Windows.

Mas o que este jogo também permite é jogar em rede com os amigos, em casa ou na Internet. Há vários sites que alugam servidores mas quando lá em casa me pediram para alugar um não gostei dos preços, para o efeito que era. Toca a pegar num PC velhinho e fazer um!

Minecraft um jogo que depende de Java e é bastante exigente a nível gráfico e memória RAM. Como o servidor não é para jogar localmente, não é preciso uma boa gráfica mas no mínimo aconselho 2GB de RAM. Vou instalar o Ubuntu Server 12.04 LTS num Pentium4 3.0 com 2GB de RAM e 80GB de disco. Para a localização do Minecraft vou usar o diretório “/minecraft”, criar um utilizador limitado “papimigas” e usar a porta TCP “25565” para ligações em rede (que é a por defeito). Vou instalar a versão do Minecraft 1.7.4 mas os passos seguintes servem para qualquer outra versão (oficial ou menos oficial) e podem adaptá-los às vossas circunstâncias.

1-Instalar o Ubuntu server 12.04 e atualizar: sudo apt-get update && sudo apt-get upgrade

2-Instalar o JAVA-JRE: sudo apt-get install default-jre

3-Criar uma pasta para o Minecraft server: sudo mkdir /minecraft

4-Criar um utilizador para arrancar o Minecraft Server: sudo adduser –system –no-create-home –home /minecraft papimigas

5-Dar as permissões à pasta do utilizador: sudo chown -R papimigas /minecraft

6-Entrar na pasta: cd /minecraft

7-Fazer download do minecraft server: wget -O minecraft_server.jar https://s3.amazonaws.com/Minecraft.Download/versions/1.7.4/minecraft_server.1.7.4.jar

8-Criamos um script para o Minecraft  Server arrancar automaticamente com o pc:

a) sudo nano /etc/init/minecraft-server.conf

b) inserimos a informação seguinte:

# minecraft server
console log
exec start-stop-daemon --start --chdir /minecraft --chuid papimigas \
    --exec /usr/bin/java -- -Xms1536M -Xmx2048M -jar minecraft_server.jar nogui 2>&1
start on runlevel [2345]
stop on runlevel [^2345]
respawn
respawn limit 20 5

c) Guardamos com o comando Ctrl+x , em seguida um y e por fim Enter

9-Ativamos o serviço: sudo start minecraft-server (sempre que necessitarem de o parar podem usar o comando sudo stop minecraft-server). Ao criar este serviço o Minecraft server vai arrancar automaticamente quando arrancamos com o PC. É só ligar e aguardar um pouco!

10-Ainda no diretório do minecraft ( /minecraft),  se executarem ls -l vão encontrar vários ficheiros que entretanto foram criados. O mais importante é o server-properties pois é lá que vamos definir as principais caracteristicas do nosso servidor. Para a editarem usem o nano mais uma vez: sudo nano /minecraft/server-properties . Aconselho que visitem esta página para perceberem o que cada propriedade faz. Não esquecer de parar o serviço com um sudo stop minecraft-server antes de modificar algum dos ficheiros de configuração e no fim das alterações arrancar novamente com um sudo start minecraft-server.

11-Se for para partilhar o acesso para fora da nossa casa teremos que “abrir” a porta TCP do servidor no nosso router e recorrer a um serviço dinâmico de DNS.

12-Para nos ligarmos ao servidor, no nosso pc arrancamos com o Minecraft e clicamos em Multijogador (ou Multiplayer, em inglês). Clicamos no botão “adicionar servidor” e inserimos o IP do servidor (caso seja dentro da mesma rede) ou o nome DNS dinâmico, caso seja fora de casa. Se não usarem a porta padrão (25565) terão que acrescentar. Por exemplo, se escolherem usar a porta 41234 e o ip externo for http://exemplo.pt, no campo endereço do servidor tem de colocar exemplo.pt:41234.

Boas aventuras!

 minecraft

Comandos em Linux

Há uma ferramenta fantástica que ajuda a entender e formular corretamente comandos em Linux.

Image

Explain Shell

 

E o que faz esta página?  

Muitas vezes encontramos comandos na internet e apenas copiamos e colamos na consola, sem perceber bem o que estamos a fazer. Bom, esta página ajuda-nos a entender melhor!

Vamos ver no artigo do DynDNS autologin. A certa altura encontramos o comando seguinte:

echo Login com sucesso

Mas o que faz isto ao certo? Copiamos o comando e colamos na página ExplainShell

Resultado:

Image

Dá-nos informação detalhada sobre o “comboio” de comandos que apresentámos. É óbvio que podemos sempre ir ao manual do comando que pretendemos mas quando o conjunto de comandos se torna um “comboio” isto ajuda!

O site está ligado ao Manpage do Ubuntu pelo que funciona como um filtro. É uma ótima maneira de aprender e entender comandos e as suas variáveis.

 

Cumprimentos

 

Pen Multi-boot

Viva

Hoje em dia é fácil adquirir uma pen usb 2.0 com capacidade para 8GB ou 16GB por um baixo preço (menos de 15€). Também não é novidade que uma pen usb é a melhor maneira de se testar uma distribuição Linux num pc sem ter que instalar, ou então usar uma ferramenta de recuperação estilo Hirens Boot CD ou Clonezilla. Estas ferramentas instalam o sistema pretendido a partir de uma imagem ISO que podemos descarregar da Internet, como por exemplo aqui.O chato disto tudo é que temos que formatar a nossa pen para trocar de ferramenta ou sistema pretendido, usando para isso o Unetbootin, Lili ou UniversalUsbInstaller, entre outros. Mas é precisamente este último que nos oferece uma ferramenta de seu nome YUMI.

 

Esta fantástica ferramenta permite ter várias distribuições e um menu no arranque da pen que permite a escolha do que pretendemos.

Então como fazer?

Para este projeto adquiri uma pen USB de 16GB. Inseri-a numa porta USB do PC e executei o nosso YUMI:

YUMI1Aqui temos que ter cuidado! Primeiro selecionamos a nossa pen. Se for nova ou não tiver conteúdo importante podemos ativar a opção format. Por fim selecionamos a distribuição pretendida (no formato ISO) ou, se não aparecer na lista, escolhemos uma opção no fim para distribuições não suportadas oficialmente (pode falhar depois no arranque!). Em seguida temos que localizar a ISO e o YUMI trata do resto! No fim pergunta se queremos adicionar mais sistemas e temos a nossa pen pronta! No próximo arranque do PC, ao arrancar pela nossa pen já podemos escolher a distribuição ou ferramenta pretendida!

Novo disco num servidor Linux

Por vezes temos o nosso servidor Linux todo configurado e a funcionar direitinho que até esquecemos onde está mas um dia reparamos que estamos a ficar sem espaço… Compramos um disco novo, instalamos fisicamente e… e agora? 😀 Como o particionamos na consola???

tux_question

As instruções que se seguem só terão sucesso com direitos administrativos, como root ou com o respectivo sudo antes de cada comando. Alerto para o facto de em caso de erro poderem perder informação! Façam apenas com absoluta certeza dos passos que estão a tomar!

1 – Listamos todos os nossos discos com o seguinte comando:

fdisk -l

No meu caso obtive o seguinte resultado:

fdisk_l

Tenho portanto dois discos, o de 40GB (SDA) que já existia e o de 80GB (SDB)  que é o que vamos configurar. Neste caso ele já vinha particionado mas é indiferente pois quero formatá-lo e testar para que não tenha surpresas desagradáveis no futuro.

2 – Usamos o seguinte comando para o particionar:

cfdisk /dev/sdb

CFDISK

Primeiro verificamos que estamos no disco correto e só depois podemos usar as ferramentas que estão no fundo do ecrã (alterar a escolha com as setas <- e -> e selecionar com a tecla “Enter“) . Neste caso criei uma única partição, com o espaço total do disco.

Com o processo terminado podemos formatar a partição criada. Se o disco for o “SDB” cada partição criada será SDB1, SDB2, etc.

3 – Formatamos a nossa nova partição com o seguinte comando:

mkfs -c -t ext4 /dev/sdb1

Aguardamos que a formatação e verificação terminem e já temos o nosso disco pronto para ser “montado” no sistema. No meu caso eu quero montar o disco numa pasta chamada “mp3” onde vou guardar todas as minhas músicas para depois ouvir numa página Web 😀

4 – Criamos a pasta primeiro:

mkdir /mp3

Já temos a nossa pasta pronta montar lá o nosso SDB1!

Como eu quero que o disco seja montado automaticamente no arranque do servidor vou recorrer a um ficheiro de nome fstab.

5 – a) Antes de editar o fstab quero saber o ID do disco. Vai ser com isso que vou identificar o nosso disco novo na tabela fstab! Começo por executar o seguinte comando:

blkid

blkid

b) Copio os valores ente aspas do nosso SDB1

c) Edito a tabela com o comando:

nano /etc/fstab

FSTAB

Acrescentei o que está sombreado. Comecei por identificar o disco (comentado com #) e na linha debaixo inseri o UUID, seguido do ponto de montagem (/mp3), o tipo de ficheiro (ext4) e por fim as permissões de acesso e opções. Atentem que separei os valores com a tecla TAB e não com a de espaços. Não esquecer de guardar o ficheiro, reiniciar e, se tudo estiver correto, o nosso novo disco ficará ao serviço do nosso servidor! Resta copiar para lá a informação pretendida e dar as respectivas permissões de acesso.

Cumprimentos!

Ubuntu 12.04: Recuperar o arranque

Por vezes damos cabo do arranque do nosso sistema, ou com uma atualização que corre mal (ex. kernel) ou com uma falha de energia, ou até com as nossas próprias ações, voluntárias ou não…

Iniciamos a nossa máquina mas só aparece “grub>”…

grub

Como resolver? Muito fácil! Arrancamos com o CD/PEN de instalação do nosso sistema e escolhemos a última opção:

install1

Nos ecrãs seguintes definimos a linguagem, localização, nome de rede, etc. O mais importante é quando nos pergunta qual a localização da “/”.  Em princípio será “/dev/sda1” mas ajustem de acordo com a vossa instalação.

Em seguida apresenta a seguinte opção:

rescue

Escolhemos a primeira opção como na figura e vamos então reparar o nosso arranque.

Primeiro podemos verificar o estado do disco (não é obrigatório fazer este passo e a letra X deverá ser alterada para a letra da vossa instalação):

fsck /dev/sdaX

Vamos finalmente reinstalar, verificar e actualizar o grub. Executamos os seguintes comandos (A letra X deverá ser alterada para a letra da vossa instalação):

grub-install /dev/sdX

Deverá ser dada uma resposta sem erros.

grub-install –recheck /dev/sdX

Deverá ser dada uma resposta sem erros.

update-grub

Deverá ser dada uma resposta sem erros.

Por fim, escrevemos “exit” o que nos fará voltar ao menu de recuperação. Escolhemos a última opção (reiniciar o sistema) e em princípio tudo voltará ao normal.

O nosso sistema voltou 😀